sexta-feira, 17 de abril de 2015

Escritores da Liberdade - filme

Esta surpreendente história, transposta para o cinema pelo diretor Richard Lagravenese, se baseia em fatos reais, retratados no livro Diário dos Escritores da Liberdade, publicado em 1999. O filme homônimo, conta a história de uma professora que se vê em uma sociedade marginalizada repleta de preconceitos étnicos, sociais, violenta, caótica e totalmente resistente a mudanças em um país como os Estados Unidos, aparentemente a terra da liberdade. É este o cenário que a professora que leciona língua e a literatura inglesa está inserida. Diante desta realidade nada romântica, Erin questiona sua vocação e o papel do educador.
 Dentro deste cenário destaca-se a aluna Eva, hispânica, violenta e arredia. Quando criança Eva presenciou a morte do seu vizinho por uma gang rival e a prisão do seu pai por nenhum motivo aparente. A partir de então é criada em um abrigo, o que faz com que cresça rebelde e odiando outras etnias. Quando seu caminho cruza com o da professa Erin, Eva está inserida em um cenário com brancos, negros, hispânicos e asiáticos, este é um dos motivos para haver tanta rebeldia entre os jovens, ninguém quer misturar-se a outras raças, temos então o preconceito.
 Tendo o preconceito como alvo a professora apresenta-lhes o Holocausto, de modo que faz com que todos repensem o porquê da guerra entre eles. Através desta repentina analogia, Erin começa a transmitir a estes jovens noções fundamentais sobre tolerância, respeito, aceitação das diferenças e convivência pacífica.
Eva percebe que não precisa odiar o outro por ser asiático, branco ou negro e muda drasticamente, assim como seus colegas, e começa a aceitar as diferenças étnicas.
A lição que se pode tirar deste filme é que julgar a pessoa apenas por sua etnia sem ao menos conhecer sua história denomina-se pre-conceito. Erin consegue unir os alunos através dos diários que cada um escreve sobre sua vida que aos poucos, estes textos despertam nos estudantes uma visão diferente do outro, até então visto apenas como o inimigo. Eles percebem que, entre eles, há mais coisas em comum do que poderiam imaginar.



sábado, 16 de agosto de 2014

Melhor do que viajar nos livros é viajar fora deles. :)

Paraty e Trindade resumo em apenas uma palavra: paraíso! Trindade é um lugar mágico, as praias, a vilazinha paz e amor.... tudo muito lindo! Fica a 15km de Paraty, vale muito a pena conhecer. Em Paraty fazer o passeio de Escuna para ver as ilhas dos milionários e as lindas paisagens é imperdível. O hostel em frente ao mar, os novos amigos.Quem tiver oportunidade, recomendo! Eu adorei!























Um pouco da  "Selva de Pedra", Museu da Língua Portuguesa e suas obras, Av. Paulista entre outros lugares.... foi um pouco do que consegui registrar.... Adorei SP, friozinho tudo de bom.... :)













domingo, 15 de junho de 2014

AeD

Escolhi dois cursos; 1- Como planejar a aposentadoria 2- Contratação de Trabalhadores, pois foram os cursos que chamaram atenção pelos temas abordados. Foi muito bom fazer estes cursos on-line. Não houve a necessidade de um docente para compreender tudo o que foi passado, as questões para que possamos responder ajuda e muito para a fixação do conteúdo. Acho que este tipo de ensino (on-line) não há desvantagens, tendo em vista que os slides são bem elaborados e bem explicativos.

sábado, 14 de junho de 2014

A viagem não acaba nunca. Só os viajantes acabam. E mesmo estes podem prolongar-se em memória, em lembrança, em narrativa. Quando o visitante sentou na areia da praia e disse:
“Não há mais o que ver”, saiba que não era assim. O fim de uma viagem é apenas o começo de outra. É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na primavera o que se vira no verão, ver de dia o que se viu de noite, com o sol onde primeiramente a chuva caía, ver a seara verde, o fruto maduro, a pedra que mudou de lugar, a sombra que aqui não estava. É preciso voltar aos passos que foram dados, para repetir e para traçar caminhos novos ao lado deles. É preciso recomeçar a viagem. Sempre.
José Saramago